“Não me estressa que eu tô grávida!” 

 

Quem está grávida provavelmente já se deu conta disso, mas aqui vai um alerta para os futuros papais e para familiares e amigos de gestantes: segundo pesquisadores, a grávida tem razão quando procura um ambiente tranquilo e livre de estresse.

O cortisol é uma substância fundamental para o desenvolvimento do feto no final da gestação. No entanto, gestantes que passam com frequência por situações estressantes produzem cortisol em excesso, aumentando a chance de terem um parto prematuro. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, as complicações de um parto prematuro estão entre as principais causas de morte de crianças no mundo.


O cortisol em excesso produzido pela mãe “estressada” atravessa a placenta e pode provocar menor crescimento do feto, menor tamanho, alterações metabólicas/hormonais, alterações gênicas e mudanças em seu sistema nervoso central. O estresse também pode alterar a função imunológica, aumentando a chance de inflamações e infecções!

Além de tudo isso, alguns estudos também relacionam a exposição da gestante a doenças psiquiátricas como a depressão a uma maior chance de parto prematuro. Depressão e ansiedade são os transtornos mentais mais comuns na gravidez, afetando por volta de 10 a 15% das gestantes. Infelizmente, a gravidez não faz com que a pessoa deixe de ter transtornos mentais.

 

Então, gestante, lembre-se sempre de que, ao cuidar de sua mente, você também estará cuidando de seu bebê!

Artigo publicado em Padecendo no Paraíso
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