Não é à toa que a insônia é uma queixa tão comum nos consultórios psiquiátricos (e consultórios médicos em geral), a insônia crônica é frequente, podendo atingir até 15% dos adultos.

 

Algumas pessoas, apesar de não terem insônia crônica,  podem apresentar eventualmente um quadro de insônia, como quando estão passando por situações estressantes ou no dia anterior a um evento importante, por exemplo. Há também uma predisposição genética, algumas famílias têm mais indivíduos acometidos com insônia que outras.

Mais que o incômodo obvio de não dormir e não se sentir descansado no outro dia, as consequências da insônia vão muito além disso. Ela pode ter consequências para a saúde física como maior risco para pressão arterial elevada, para diabetes e até mesmo abreviar o tempo de vida. A saúde mental também pode ser afetada, com sintomas como fadiga, depressão, ansiedade, irritabilidade, dificuldade de concentração com prejuízos nos estudos e trabalho e na esfera social e familiar.

Práticas saudáveis para o sono são muito importantes no tratamento da insônia. E, em alguns casos, é necessário que o médico prescreva um tratamento medicamentoso associado.